Escola Selvagem
O Instituto Alok e a Escola Selvagem atuam juntos para fortalecer a rede de apoio para escolas em aldeias indígenas dos povos Huni Kui, Guarani, Maxacali e Tukano.
As atividades não substituem as escolas formais, elas tem outra base: a própria cultura encanta, protege e pulsa.
O Instituto Alok apoia a Escola Selvagem, ação concebida por Anna Dantes e orientada por Ailton Krenak, com o objetivo de ampliar a rede do Selvagem e proporcionar conteúdo para impulsionar o conhecimento à comunidades indígenas, como conversas online, cadernos, livros, ciclos de leituras, docu-série e biblioteca.
Atividades previstas em 12 meses:
- Conteúdos audiovisuais que irão colaborar com a comunicação da Escola nas redes sociais: Instagram (23,5k seguidores), Youtube (29k), Facebook (3k).
- Nova newsletter (trimestral)
- Cadernos de estudos para baixar sem custo (bimensal)
- Websérie documental FLECHA (6 episódios), com um caderno pedagógico de apoio para cada episódio.
- Conversas, palestras e bate-papos Selvagem (mensal)
- Biblioteca do Ailton: catalogação, organização e acessibilidade às falas on-line de Ailton Krenak.
- Ciclos de leitura em torno da Biblioteca (bimensal)
- Ciclos/aulas de estudo com inscrição gratuita e tradução simultânea para o inglês (8 por ano)
- Ações e grupo de pesquisa da comunidade Selvagem, grupo de voluntários que hoje reúne atualmente 800 pessoas que apoiam em produção de texto, comunicação, pesquisa rupestre, biblioteca



Sobre a Escola Selvagem:
Escola Selvagem é um projeto já reconhecido por seu sucesso comunicacional e importância cultural, tornando mais acessíveis os conhecimentos tradicionais, tão excluídos e desvalorizados. É uma concepção de Anna Dantes, orientado por Ailton Krenak, produzido por Madeleine Deschamps e realizado por um coletivo que envolve parceiros, apoiadores, participantes e público.
Ailton Krenak:
Ailton é um pensador, ambientalista e uma das principais vozes do saber indígena. Vive na aldeia Krenak, nas margens do rio Doce, em Minas Gerais. É autor dos livros “Ideias para Adiar o Fim do Mundo” e “A Vida Não é Útil” (Companhia das Letras, 2019 e 2020).
Anna Dantes:
Desde 1995, por conta da Dantes Livraria, um sebo que ela abriu em 1994, Anna começou a ser chamada de Anna Dantes e assim ficou. A partir de 1997 a Dantes tornou-se também editora e, desde 2006, Anna se dedicou totalmente a essa atividade. Desde 2011, a Dantes envolveu-se com o povo indígena Huni Kuin no Acre no projeto “Livro Escola Viva”, que tem sido inspiração para o Selvagem.
Madeleine Deschamps:
Francesa radicada no Brasil, Madeleine é produtora cultural e tradutora. Suas habilidades enquanto produtora cultural a aproximaram da Dantes Editora, com quem colabora desde 2018 na realização de livros e na produção geral do Selvagem – ciclo de estudos sobre a vida. Junto com Victoria Mouawad, forma uma dupla de tradução de ensaios de literatura, filosofia e artigos acadêmicos.
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